Estrada da Graciosa


A Estrada da Graciosa é linda demais! Certamente voltarei lá com mais calma para fotografar cada curva.

Na segunda foto, o trecho original que poucos conhecem.

Trecho original da Estrada da Graciosa

Trecho original da Estrada da Graciosa

Estrada da Graciosa, Paraná

Estrada da Graciosa, Paraná

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Casa Hoffmann, Curitiba (PR), Brazil


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Construído em 1890, era residência e comércio de tecelagem, que pertencia a uma família austríaca. Até 1974, funcionou como armarinho. Mais tarde, se transformou em sede do Colégio Dezenove de Dezembro até 1996. Antes disso, em 1993, o prédio foi desapropriado pela Prefeitura de Curitiba para preservação histórica. Após a saída do colégio, um incêndio destruiu o local, mantendo intacta somente a fachada. Após uma reforma estrutural, a nova Casa Hoffmann foi reinaugurada em 2003.

A “Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento” é um espaço cultural no Largo da Ordem dedicado às danças, artes plásticas, teatro e educação. O local é frequentado por artistas e estudantes de Curitiba. Conta com duas salas para ensaios e apresentações, biblioteca, videoteca e oferece cursos sobre movimentos de dança, estética e filosofia, entre outros.

Fonte: Gazeta do Povo

 

Dicas para fotógrafos de viagens (Parte 4)


Praia da Joaquina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Praia da Joaquina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

É tudo subjetivo.

O assunto de uma fotografia não é, por exemplo, uma canoa na lagoa ou duas garotas de biquíni sentadas numa pedra na praia da Joaquina em Florianópolis. Isso apenas faz parte do assunto. Os assuntos de fato são: emoção e amor. O intangível, aquilo que você tenta transmitir através da imagem.

E não é possível ser tímido quando se está fotografando. É como no amor. No amor, não há espaço para a timidez. A mulher se entrega – e se descobre – e conforme a intensidade desta descoberta, irá revelar sua nudez. Suas melhores qualidades e defeitos. E você irá amá-la por isso.

Assim acontece com a fotografia. Os lugares e as pessoas apenas irão se revelar se você também se permitir. Portanto, deixe de lado a timidez, esqueça tudo que não faça parte do seu assunto, ou seja, esqueça aquilo que não lhe traz emoção e que você não ama.

Ver as coisas deste modo transformou completamente a maneira como fotografo. Descobri que não basta se apaixonar, é preciso amar. E não é fácil, pois a paixão facilita o encontro, o amor dificulta.

Não entendo porque os fotógrafos se incomodam tanto que sua arte tenha sido tão popularizada. Que agora, todos postam fotos nas redes sociais em segundos. Seria como um escritor não aceitar que todos soubessem ler e escrever. Seria como um amante não permitir que os demais também provassem do amor. É egoísmo puro. Mas tocar alguém com um texto não é fácil. Amar, muito menos. O mesmo vale para a fotografia.

Certa vez, quando eu estava no museu Guggenheim de Bilbao, na Espanha, parei em frente a uma pintura feita por Modigliani – meu artista predileto. Fiquei observando aquela linda mulher, a paixão da sua vida. Ao meu lado estava uma senhora extremamente elegante. Notava-se que tratava de uma matriarca. Ela então começou a chorar. E balbuciou as seguintes palavras: “Eu tenho dúvidas… estou cheia de dúvidas…”. Era óbvio que aquele quadro representava algo muito forte para ela. Talvez estivesse observando a si mesma, recordando-se de um momento de sua vida em que não teve coragem de viver com seu grande amor ou mesmo memórias de uma filha ou uma amiga. Ou talvez nada disso. Mas a pintura de Modigliani a comovia e ela chorava copiosamente – mas com bastante elegância, claro. Era tudo subjetivo, mas Modigliani a tocou profundamente.

E se você ama fotografar, prepare-se, pois o amor é insaciável, quanto mais você tem, mais irá querer. A única coisa que não devemos temer é o próprio medo. Sim, estou morrendo de medo. Amar, dá trabalho.

Clique aqui para ver a galeria com as primeiras fotos que fiz em Florianópolis.

Vejam também:

Dicas de fotografias de viagens (Parte 1)

Dicas para Fotógrafos de Viagens (Parte 2)

Dicas para Fotógrafos de Viagens (Parte 3)

Foto do mês eleita pela revista National Geographic Traveler


E a foto abaixo, que fiz em Lima, Peru, foi eleita pela revista National Geographic Traveler a foto do mês de fevereiro.

Veja no site da revista clicando aqui.

Já nos últimos dias da viagem, em Lima, capital do país, fomos percorrer o chamado “Circuito Mágico das Águas”, dentro do Parque da Reserva. São diversas fontes de água em um show de luzes e movimento. Realmente fascinante.

Em um dos momentos em que passeávamos pelo parque, de longe eu vi a cena abaixo e disse “Vamos! Acabo de ver a foto que quero fazer”. Caminhamos rapidamente e conseguimos chegar a tempo de capturar o momento exato.

Fiz a foto sem o uso do tripé.

Dados da foto:

Canon Rebel XSi, ISO 1600, 30mm, f 7.1, 1/6.

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